No primeiro post eu falei sobre a minha primeira impressão ao ver os jogos na minha frente. Expliquei que o primeiro jogo visto por mim foi ENDURO de Atari 2600, o primeiro pinball foi COWBOY EIGHT BALL e o primeiro jogo de arcade, MOTORACE USA. Falarei agora sobre a intenção real em jogar jogos eletrônicos.
A medida que o tempo passou, eu conheci muitíssimo outros jogos mais. Não havia limites para o enorme acervo da época. Na década de 1980, eu tive acesso a uma grande variedade de games. Visitava amigos e jogava na casa deles e ia a muitos fliperamas. Uma época feliz e que coincidia com a beleza da infância. Só faltava ter um videogame em casa e só fui tê-lo de verdade há alguns atrás, com o Atari 2600 e o Playstation 2 e 3.
A medida que o tempo passou, eu conheci muitíssimo outros jogos mais. Não havia limites para o enorme acervo da época. Na década de 1980, eu tive acesso a uma grande variedade de games. Visitava amigos e jogava na casa deles e ia a muitos fliperamas. Uma época feliz e que coincidia com a beleza da infância. Só faltava ter um videogame em casa e só fui tê-lo de verdade há alguns atrás, com o Atari 2600 e o Playstation 2 e 3.
Infelizmente, o Atari 2600 que eu ganhei no início da adolescência não foi algo tão bom para mim. O ganhei do ex-namorado da minha tia e minha avó teimava que aquilo ferrava a tv. Ela foi a pessoa que mais me impedia de jogar jogos. Acabei me desfazendo dele.
O tempo passou e eu percebi que o que mais me fascinava em algum jogo era o desafio dele. Qualquer jogo para mim tem apenas dois: Zerar e pontuar. Se eu zero um game, o meu próximo passo é fazer uma pontuação razoável nele, mas infelizmente, não é algo tão simples.
O meu desejo por fazer recordes surgiu no início da década de 1990, no fliperama do Edmundo, que ficava no Núcleo Bandeirante - Brasília - DF. Foi lá que eu conheci grande parte dos jogos que eu jogo até hoje. Havia o costume de escrever em um papel que ficava colado na marquise dos gabinetes dos arcades, o nome e a pontuação do jogador no. 1 de toda a cidade. Veio logo uma vontade muito grande de superar o campeão e me tornar o novo jogador forte. Perdi muito mais do que ganhei e aquilo me deixou chateado no começo. No entanto, comecei a perceber que o desafio era vencer duas vezes para comprovar a mim mesmo que os limites podem ser superados.
Foi uma época muito feliz e até hoje eu me lembro com muita alegria das minhas disputas. Com o passar dos anos e com o fechamento de praticamente todos os fliperamas daqui de Brasília, que foi um hiato na minha vida como jogador, a internet me devolveu o prazer pelas disputas. O site MARP me mostrou pelos replays que eu assisti, que eu estava longe de fazer algo muito notável em praticamente TODOS OS JOGOS QUE EU JOGUEI ATÉ ENTÃO! Isso me deixou muito frustrado no começo, mas descobri com o passar dos meses, que não era tão terrível assim. Eu aprendi muito observando as partidas, fiz novos amigos e rivais (nome de novela, hahaha) e principalmente: Me superei em muitos games. De qualquer maneira, vi que alguns recordes eram bem baixinhos e eu pude bater alguns. Ainda bem, né?
Não demorou muito para admitir minha derrota de vez. Alguns recordes como o do Ghosts´n Goblins, Golden Axe, Sly Spy, Chelnov e Rygar feitos por jogadores de nível "S" mostraram a mim mesmo o meu limite para vencer alguém. Posso melhorar meus pontos, mas admito ser muito difícil superar esses gigantes do fliperama. Entendi o que é ter nível e qual o meu também. Acho isso saudável e funciona também como um freio. A vida é muito mais do que um jogo.
O tempo passou e eu percebi que o que mais me fascinava em algum jogo era o desafio dele. Qualquer jogo para mim tem apenas dois: Zerar e pontuar. Se eu zero um game, o meu próximo passo é fazer uma pontuação razoável nele, mas infelizmente, não é algo tão simples.
O meu desejo por fazer recordes surgiu no início da década de 1990, no fliperama do Edmundo, que ficava no Núcleo Bandeirante - Brasília - DF. Foi lá que eu conheci grande parte dos jogos que eu jogo até hoje. Havia o costume de escrever em um papel que ficava colado na marquise dos gabinetes dos arcades, o nome e a pontuação do jogador no. 1 de toda a cidade. Veio logo uma vontade muito grande de superar o campeão e me tornar o novo jogador forte. Perdi muito mais do que ganhei e aquilo me deixou chateado no começo. No entanto, comecei a perceber que o desafio era vencer duas vezes para comprovar a mim mesmo que os limites podem ser superados.
Foi uma época muito feliz e até hoje eu me lembro com muita alegria das minhas disputas. Com o passar dos anos e com o fechamento de praticamente todos os fliperamas daqui de Brasília, que foi um hiato na minha vida como jogador, a internet me devolveu o prazer pelas disputas. O site MARP me mostrou pelos replays que eu assisti, que eu estava longe de fazer algo muito notável em praticamente TODOS OS JOGOS QUE EU JOGUEI ATÉ ENTÃO! Isso me deixou muito frustrado no começo, mas descobri com o passar dos meses, que não era tão terrível assim. Eu aprendi muito observando as partidas, fiz novos amigos e rivais (nome de novela, hahaha) e principalmente: Me superei em muitos games. De qualquer maneira, vi que alguns recordes eram bem baixinhos e eu pude bater alguns. Ainda bem, né?
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Nos últimos meses do fliperama do Edmundo. Ainda havia disputa na Cosmic, máquina de pinball |