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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Chiller


Esse jogo chamou muito a minha atenção no MAME. Nunca vi isso na minha vida pessoalmente, muito menos em um gabinete original. É insano e cruel, tanto que eu fico imaginando como deve ter sido a repercussão que ele causou.

Também não conheço nenhum amigo que tenha jogado Chiller. Só sei que é um game de pistola (tiro) e o jogador tem que atirar em tudo que ver na frente: nas vítimas, nos monstros, fantasmas, objetos... qualquer coisa que se mexa ou que fique parada.

A música é muito divertida. Os sons também são bons e eu acredito que é possível fazer altíssimas pontuações. É um jogo com loop infinito e é preciso ser muito rápido para acertar todos os alvos antes que o tempo acabe.

Recomendado para quem gosta de jogos desse tipo. Um House of the Deads de primeira geração.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Cosmo Gang - The Puzzle

Attract mode da versão para Super NES
Ao invés de publicar apenas jogos clássicos e famosos, acho conveniente falar de jogos que não chamaram muito a atenção ou simplesmente não foram devidamente divulgados. Cosmo Gang - The Puzzle é um desses casos. Jogo de puzzle para Super Nintendo e arcade, mas como não tenho falado muito sobre o primeiro, irei me reservar a fazer o post de hoje unicamente sobre essa versão. A diferença entre as versões é a tela abaixo:

Dois modos extras. Vs. e Puzzle com 100 fases
Antes de mais nada irei falar a respeito do jogo. Aparecem peças constituídas por três tijolos no formato de "L", sempre. As vezes aparecem assim:

- Três tijolos;
- Dois tijolos e um monstrinho;
- Um tijolo e dois monstrinhos;
- Três monstrinhos.

Com uma bola, o objetivo é eliminar o máximo de monstros possível e fazer linhas como no Tetris. As linhas são feitas quando todos os tijolos se unem SEM MONSTRINHOS. A respeito da foto acima a primeira opção é o modo arcade, com fases progressivas. Peças caem mais rápido e mais monstrinhos aparecem. No segundo é um modo versus entre dois jogadores e na minha opinião é muito divertido jogar assim. Aquela opção abaixo das duas primeiras com um número 100 é o modo puzzle. São 100 fases nas quais o jogador deve "salvar" todos os monstrinhos com o número de bolas que a fase determina. Ao perder, o jogo oferece um password para jogar no momento que quiser. 

Modo arcade
A primeira vez que eu vi esse jogo foi na coleção de cartuchos de SNES do meu amigo Alex. Gostei logo de cara e me apaixonei pelo modo puzzle. Era um desafio zerá-lo porque não é tão simples. As vezes as bolas mudam de direção e a ordem das peças também. Levei mais ou menos um mês para zerá-lo. Desafio é o que não falta.

Modo versus
Sugiro que testem o esse jogo no emulador ZSNES. É uma ótima pedida para quem gosta desse tipo. É diversão garantida e rende boas horas de jogatina, principalmente no modo quebra-cuca (puzzle).


quinta-feira, 20 de setembro de 2012

CRUDE BUSTER

Flyer do jogo Crude Buster de arcade

No Japão, Crude Buster, nos EUA, Two Crude Dudes. Esse jogo foi visto por mim pela primeira vez em 1992, no fliperama do N. Banderiante - Brasília - DF,  quando eu estava na 7a. serie. Um jogo de porradaria no estilo de Baddues Vs. Dragonninja e com muita dificuldade enclausurada ali. Tão difícil que era complicado para os mais persistentes desistir. Naqueles tempos, muitos zeravam os jogos para saber como seria o final do game ou simplesmente para conseguir angariar algumas fichas de prêmio. Até hoje eu não consigo ir longe nesse treco. Não passo da terceira fase disso. Muito complicado MESMO. Minha nota para a dificuldade de Crude Buster é 10, sem dúvida. A versão para Mega Drive ficou mais fácil, graças aos programadores e mesmo assim, não é tão simples. Requer um pouco de treino e habilidade para vencer os chefes do jogo.


Na história, a cidade foi dominada por bandidos perigosíssimos e então o governo resolve contratar os irmãos punks para fazerem o servicinho. Ao aceitar a proposta, a dupla desce o cacete nos vilões miseráveis que arrasaram com a town.

Puts, os chefes desse jogo são muito estranhos. Homem que vira fera do cabelo branco, um cara muito magro que tem espadas enormes, um cara envolto numa cobra... a comédia fica a cargo do último chefe. Quem quiser ver, dá uma sacada no YouTube. Quando eu e a galera o vimos, rimos de dar dó e ao manifestar o seu verdadeiro poder, levamos um baita susto. Olhem depois.

Foto da última fase
Diferente do Castle of Illusion, as versões de arcade e console são a mesma. Algumas adataçõezinhas, mas não tantas diferenças. Desafio com bom humor e estardalhaço. Levante os carros, arranque os postes e detone os inimigos. :)

CURIOSIDADE: Para bater o hi-score default do game é necessário zerá-lo. É o único jogo que eu conheço que é assim. Hahahahahaha.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Mickey Mouse - Castle of Illusion

Attract Mode do cartucho para MD Castle of Illusion

No começo dos anos 1990 e com a chegada do Mega Drive, Super Nintendo e outros jogos de arcade daquela época, chegaram também as revistas de games. Eu fui conhecer Castle of Illusion justamente folheando uma delas. É tão interessante, até mesmo nos dias de hoje, você folhear uma revista ou ver fotos de um jogo e se surpreender ao jogá-lo por ver que ele excede as expectativas... Isso aconteceu comigo.


Quando o joguei pela primeira vez, fiquei fascinado pela música, pelos gráficos, pelo desafio e pela diversão. Lembro que assim como Elevator Action (post anterior) eu tive uma resistência ao CoI. Mas não porque ele parecia entediante ou qualquer outro tipo de razão, mas sim, por achá-lo muito difícil. Eu estava passeando em um shopping e o vi em uma loja. Não podia jogar, apenas olhar e quando vi a fase do relógio, eu pirei. Achei aquilo muito difícil, porém belo, majestoso e supremo. Posso estar exagerando, mas achei aquilo lindo demais.


Então eu resolvi ir a uma locadora de jogos (existiam muitas em todos os lugares) e jogá-lo no videogame (Mega Drive). Percebi que o jogo era difícil, mas não tanto quanto eu imaginava. Jogar na prática é outra coisa. Sempre morria na fase da biblioteca. Mal sabia eu, que a fase do relógio era a última porta a ser aberta pelo Mickey. Depois dessa fase, um chefe e em seguida, a bruxa malvada que raptou a Minnie. Ela era a última chefe do game. Penei para vencê-la, hahahaha, mas consegui depois de inúmeras tentativas.

A fase final. Muito legal a música, os gráficos e a dificuldade
Então, sobre o jogo. Depois de ter falado sobre a minha vivência agora irei dar alguns poucos detalhes sobre ele. Uma bruxa "marvada" sequestra a Minnie, assim como ela quase cozinhou João e Maria e Mickey vai ao encalço. Ele precisa adentrar o castelo das ilusões e procurar pela amada. Cada porta leva a uma fase diferente e o Miquinho (apelido carinhoso dado por mim) só vai achar a "mini" fora do castelo, depois de coletar as gemas conquistas dos chefes derrotados.

A bruxa é muito má mesmo. Tão má que aprisiona Minnie dentro de uma bolha e joga fantasmas no Mickey. Sabem o que é engraçado? A bruxa se transforma na Rainha Má da Branca de Neve e os 7 Anões. Que massa né, esse crossover?

Vejam só que belezinha!!
 Depois de salvar a Minnie, eles dão um abraço muito lindo e eu confesso que eu já chorei vendo o final do jogo. A bruxa vira uma menina e os ajuda. O castelo das ilusões solta fogos de artifício e isso remete muito à Disneylândia. Só de escrever isso eu já fico com os olhos úmidos.

SALVE LOGO A MINNIE, MICKEY!! AJUDE!
Vale muito a pena jogar esse jogo. Um dos clássicos e também um dos primeiros jogos para Mega Drive. Confira!