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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Links do vídeo do Enduro - 100 fases

Boa noite a todos. Fiquei imensamente feliz pelas mais de 1.000 visitas desde ontem à noite quando eu publiquei o que acontece após a 99a fase. Isso mostra o quanto há pessoas interessadas no jogo e no mistério que rondava o final dele. Enduro é um grande clássico que fez a cabeça de muita gente.

Aproveito para agradecer a todos pelo carinho, comentários, congratulações e novos contatos. É um grande prazer.

Sem mais delongas, seguem os links da partida. Tudo foi feito entre domingo dia 26 até terça dia 28. O tempo total foi de aproximadamente 5 horas e 58 minutos. Comecei a fazer a live na fase 32 e não editei nenhum vídeo. Sintam-se à vontade para pular para o final ou para apreciar o trabalho inteiro (coisa que nem eu faria, hahahaha). Obrigado:

https://www.youtube.com/watch?v=0iIN1-y_nlQ - PARTE 1
https://www.youtube.com/watch?v=RM7Wzg_PXKk - PARTE 2
https://www.youtube.com/watch?v=bL-jkORF674 - PARTE 3
https://www.youtube.com/watch?v=fQl8OqKJpTQ - PARTE 4


terça-feira, 28 de abril de 2015

Enduro - O que acontece após a fase 99?

Olá a todos. Tudo bem? A postagem de hoje é sobre um jogo bem nostálgico e que rendeu boas horas de jogatinas aos jogadores nos idos de 198x. Muita gente adorava jogar Enduro e este é o meu jogo número 1 em relação a conhecimento. Foi o primeiro game que eu vi na vida e a primeira coisa que eu disse foi: "Que desenho animado é esse? Nunca o vi antes". Um amigo me disse que aquilo era um jogo, não um desenho para crianças. Naquele momento entendi o que era videogame, mas o meu contato mais forte seria realizado dois anos depois.

Meu amigo Daniel Resende e eu estávamos na loja dele jogando pinball quando vimos a máquina arcade de Enduro que ele possui. Falávamos a respeito das fases e do quão longe os clientes dele iam naquele jogo, usando apenas o volante. O botão de acelerar fica pressionado e não há freio. O carro só breca se bater em uma das linhas laterais.

Eu falei com ele: "O que acontece após a fase 99?". Ele não soube o que dizer e eu também não. Na verdade, ainda não vi ninguém na internet saber o que ocorre. Fiz pesquisas e encontrei apenas mitos, mentiras e suposições. Com vontade de por um fim nisso tudo, achei por bem jogar o game e ver por conta própria o que acontece. Durou três dias e o resultado será conferido logo abaixo com alguns comentários.

Joguei no emulador MESS 0.160 utilizando o sistema de save/load state, ou seja, salvava o jogo em uma determinada parte da fase e ao bater eu carregava a partir do lugar onde eu batia. Fiz isso para garantir a realização do projeto. Consegui chegar na fase 14 sem precisar usar o recurso e na 15a fase eu perdi. Comecei a salvar a partir da fase 7. Quase sempre garanto chegar nesse nível sem perder. 


Na foto acima, o primeiro print que eu tirei. Fase 11 para algumas pessoas já é algo inimaginável. Havia o mito de que após a fase 9 o jogo terminava. Então, na verdade, aparecia a fase 10 e em seguida 11, 12 e por aí ia.


Na fase 30, o jogo começa a ficar bem difícil mesmo. Cada batida passam cerca de quase vinte carros. É um grande prejuízo e o jogador corre o risco de perder a prova se não souber se recuperar. Uma batida nos instantes finais é fatal. 


Na fase 46, o carro não corre como nas primeiras fases. Há uma grande dificuldade de se recuperar até mesmo se encostar nas linhas laterais. É preciso ter muita concentração e evitar frear. Se o freio for utilizado demais, dificilmente o jogador conseguirá alcançar os carros que estão à frente. Nessa fase eu me pergunto se haveria algum jogador de Enduro de volante capaz de passar daí. Encostar nas linhas é ficar perto do fim do jogo. Há uma outra curiosidade na foto acima. O que acontece quando se passa dos 99999 kms rodados? :)


A resposta do enigma anterior é a seguinte: o jogo reconhece a unidade de centena de milhar. Sendo assim, o jogo vai até os 999999 kms. Eu realmente não tenho o menor interesse de jogar até essa pontuação. Me satisfaço por saber que o jogo passa dos 100000 kms. A dificuldade a essa altura do jogo é máxima. Não acontece nada de novo, apenas os carros que aparecem de maneira randômica na pista. Não há padrão, tudo é aleatório.


As últimas fases antes do fabuloso final. Eu estava bem nervoso e repleto de curiosidade em saber o que iria acontece minutos depois.


Fase 99. A fase objetivo. Depois de três dias (não lembro quantas horas eu joguei) finalmente cheguei na fronteira final. Queria saber o que me esperava após essa fase.


Para minha surpresa, o número da fase sumiria. Essa é a fase 100. Descobri depois ao iniciar o jogo, que essa é a fase demonstração do cartucho. Após isso, tudo começaria novamente. O jogo é de loop infinito.


Ainda queria saber o que rolaria. Aconteceu algo bem imprevisto na fase 101. Confiram abaixo:


Observem bem o número de carros. O default é 300, mas ali, aumentara para 306. Fiquei pensando no que poderia ter acontecido.


Se vocês chegarem na fase 101 e frearem o carro, os carros que te ultrapassam são contados. Assim, a dificuldade máxima é atingida. Não consiste apenas em muitos carros que te passam, em velocidade máxima bem reduzida, linhas laterais que praticamente te param e te jogam para cima dos outros carros. Isso é tudo de difícil que o jogo proporciona e o desafio é bem alto.

Bem, Enduro é um jogo rico que exige concentração, habilidade, reflexos, atenção e possui grande dificuldade. Fiz tudo isso para acabar com mitos, histórias e para matar a curiosidade dos jogadores que gostam desse jogo. Fiz o vídeo de algumas partes desse projeto e irei enviar para o YouTube assim que for possível. Farei uma nova postagem com o link do vídeo para que possam assistir. Adianto que o meu canal está no endereço http://www.youtube.com/innuendu .

Agradeço a visita de todos e aos amigos que assistiram minha partida no Twitch. Fiz uma live nesses dias e fico feliz que algumas pessoas tenham assistido. Muito obrigado e até a próxima postagem.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Donkey Kong

 Eu estava há muito tempo querendo fazer uma postagem a respeito desse grande clássico. Donkey Kong foi um jogo que mexeu com minha cabeça e até hoje quando o jogo, me lembro de muita coisa legal dos velhos tempos. Sinceramente, gostaria de poder jogá-lo mais vezes e digo isso porque uma partida nunca é igual a outra, principalmente nas fases que os barris caem.

O meu primeiro contato com essa pérola foi por volta de 1987, no Atari 2600. Só tem duas fases e aquilo já me divertia demais. Eram disputas intermináveis com meus amigos e praticamente todos tinham esse cartucho. O som dele até hoje é usado em filmes, desenhos, séries que tenham alguma cena de jogos eletrônicos, fliperamas, videogames etc. Tanto é, que outro som muito popular é o do começo da fase do Pac-Man de Atari também. Queria me lembrar onde ouvi, mas aí é demais para minha cabeça velha e confusa. 

Cartucho para Atari 2600
Depois que eu tive meu contato com os emuladores e vi o Donkey Kong de arcade, eu fiquei maravilhado. Achei ainda melhor que a versão do Atari e pirei. Quando vi a fase da fábrica de tortas de cimento e a fase dos elevadores, vi o quanto o jogo possuía boas variedades e desafios. Os sons são muito melhores, os gráficos, a definição dos personagens, inimigos... Acho que entendo porque tanta gente gosta dos jogos novos porque realmente faz a diferença algo com mais qualidade.

Versão de Atari 2600
 E eu não entendia porque não haviam todos os sons do jogo. Depois de um tempo, fuçando muito sobre o MAME, que eu fui sacar o que eram os samples. Aí o negócio ficou bonito, meu filho. Podia ouvir o som do Jumpman andando, do Kong batendo no peito e outras coisas mais. Bem, então eu percebi que ao jogar eu era péssimo porque eu não passava da fase dos elevadores. Hahaha.


Um amigo meu chamado Marcos Henrique mais conhecido como Puzzled Brain, me mostrou um vídeo no qual havia uma disputa entre dois mestres supremos desse jogo. Billy Mitchell e Steve Wiebe. Quando eu descobri que é possível manipular a forma como os barris caem e a hora certa de passar pelas molas na fase dos elevadores, melhorei um pouco a minha habilidade. E por falar nesse vídeo, eu vi como um jogador deve ser e como não deve ser. Deve ser como o Steve e jamais ser como o Billy e me refiro a comportamentos, não a habilidades, porque ambos são muito bons, mas ser soberbo é uma droga.

Todas as fases, uma a uma
Cheguei a participar de uma competição chamada K9 (até falei no post anterior que eu estava participando do K10, mas já perdi na semana passada, hahaha) e Donkey Kong caiu. Eu pensei que eu fosse me dar bem. Não fiz uma grande pontuação, perdi, mas achei muito legal enfrentar um rival para ver quem ia mais longe. Pelo menos o cara não era profissional e a disputa foi bem acirrada. Gosto muito disso, principalmente quando os jogadores têm o mesmo nível e o jogo em questão é desse tipo. 

Somente depois de jogá-lo é que eu fui entender o motivo do Donkey Kong Country ter tantos barris espalhados por diversas fases do game. Eu me perguntava: "Por que o Kong só arremessa barris nos inimigos?". Fui descobrir isso exatamente por causa do jogo original. E o inimigo virou heroi. Jumpman passou a ter um nome de verdade, Mario. Eu gosto muito dos jogos dele e acho incrível como um heroi de game possa ter uma aparência tão diferente. Ainda acrescento mais, é o máximo esse título ter criado dois personagens tão importantes. Os dois no mesmo jogo, puxa vida.
 
Eu no CCBB ao lado dessa belezura. Que honra e que sorte!
Donkey Kong é um jogo repleto de desafio, dificuldade, diversão e pode entreter por um longo tempo. Eu ainda irei jogá-lo por muito tempo e farei o possível para fazer uns 300.000 pts nele. É um sonho que eu espero realizar como jogador, hahahaha. :)

Irei continuar tentando, hahaha

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Pac-Man

Como um jogo tão simples, com sons tão repetitivos pode ser tão fantástico? É engraçado como eu vejo Pac-Man tanto no Atari como no arcade e fico fascinado por ele. Na minha  opinião, é a prova viva de que jogos antigos podem passar por várias gerações e trazer a todos esses jogadores muita diversão e desafio.

O meu primeiro contato com o Pac-Man foi jogando o pinball dele. Ainda lembro que eu estava na 1a. série do ensino fundamental, quando ouvi meus colegas falando a respeito do jogo na versão de Atari 2600. Eu fiquei tão confuso que eu não entendi nada. Pensei que fosse um personagem de pinball, não de videogame.
Na verdade, nunca joguei a versão de arcade. Só fui conhecê-la no MAME e apesar de não ser igual a Ms. Pac-Man no qual o labirinto muda de forma, achei o jogo bem divertido. Até hoje eu o jogo sempre que tenho tempo. A versão console é um marco no começo do meu contato com jogos eletrônicos. Todos os meus amigos tinham esse cartucho e ele era muito jogado. Acho incrível como o pessoal não o enjoava, pelo menos, aquela galera que jogava comigo.

Foto tirada por mim quando eu joguei Puckman em seu gabinete original. CCBB, 2011
Fiquei tão feliz de ter jogado no arcade original PUCKMAN na exposição de jogos que teve aqui em 2011 no CCBB... Aquilo foi realizar um sonho de criança, sério mesmo. Fico feliz que Pac-Man até hoje tenha muita influência no meu modo de jogar e também de adquirir estratégias para me sair bem, principalmente quando as bolas de força não fazem mais efeito.
Jogo Pac-Man de arcade no meu celular, no MAME e no PS3. Sem sombra de dúvidas, um passatempo favorito e repleto de diversão e entretenimento. Jogue você também!!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Laser Gates

Copiado do site AtariGuide. Na versão da CCE engoliram uma letra "s"
De volta ao Atari 2600, falo hoje de um jogo que sempre gostei muito. Laser Gates é um shooter bem diferente de River Raid e Megamania. Ele se parece muito com o Defender, mas com a diferença que a nave não se movimenta livremente nas direções esquerda e direita, ou seja, a tela a obriga a se movimentar sempre no sentido esquerda/direita sem volta.


No primeiro campo se encontra a pontuação, no segundo a energia, no terceiro o escudo (que é como o life) e no quarto, a barra de tempo. Confesso que não sei distinguir a diferença entre a energia e o timer. Quando o jogador colide ou é acertado por algum tiro, ele perde shield. Ao final de cada fase, uma barreira poderosa aparece e se ela não for destruída rapidamente, aí sim, o tempo acaba e perde-se a partida.

Qualquer tipo de barreira laser é indestrutível
Era um jogo muito bom de se jogar. Fico muito feliz por tê-lo conhecido porque além de ser um ótimo desafio, ele era totalmente randômico. A qualquer momento poderia vir o míssil, que é um dos inimigos mais complicados de se destruir.

Meu amigo Rogério e seu cartucho Laser Gates pela CCE

Eu nunca fui longe nesse jogo pois eu sempre perdia na segunda fase. A dificuldade aumentava drasticamente, principalmente nos corredores laser que vinham muito mais rápido. Era preciso saber o momento exato de passar por eles e saber como fazer isso sem receber dano. O tempo para calcular o tempo de passagem é curto, então qualquer ação errônea consistia em um grande prejuízo ao shield.

 Recomendo esse jogo a todos os retrosaudosistas e que gostam de bons desafios. O jogo só tem uma vida, mas é possível recuperar o life ao passar de fase e pegando uma "pastilha" de energia. Boa sorte e passe logo da segunda fase. :)

domingo, 25 de novembro de 2012

Mr. Do

Mr. Do é um jogo no qual eu fiquei vidrado por alguns pouco anos, mais ou menos de 1989 a 1991. Joguei muito no Atari 2600 do meu amigo e um pouco no fliperama da cidade vizinha a minha. Admiro muito quem sabe jogá-lo porque é bonito de se ver.


À primeira vista parece um game fácil e tranquilo, mas é jogando que se pode notar o quanto é complicado não fazer uma boa estratégia. O que eu quero dizer com isso? Bem, passa-se de fases de três maneiras: colhendo/comendo as cerejas do terreno, matando todos os monstros que lhe perseguem e esperar que saiam todos os monstros e comer a guloseima no meio do campo. Eu prefiro a primeira alternativa se desejo apenas avançar e a segunda é a melhor para pontuar.

Versão Atari 2600. Joguei MUITO mesmo. Velhos tempos
Repare na palavra EXTRA que aparece acima. Ao matar os monstros-letra, essa palavrinha vai aos poucos acendendo. Quando todas as letras estiverem acesas, o jogador ganha uma vida "EXTRA". Interessante, né?

Esse monstrinho é a maior ameça do jogo
Nesse jogo não há chefes, mas há um monstro complicado que sempre vai atrás da letra (esse na foto acima). Ele é capaz de cavar assim como o nosso pierrot heroi. Cuidado com ele.
Cartucho para Atari 2600
Mr. Do tem outras versões. Não as joguei como devia porque preferi MESMO essa versão original. Desde muito tempo que eu prefiro aquilo que me agrada e esse jogo é o máximo. Sugiro que o joguem porque ainda existem games simples que conseguem entreter por boas poucas horas.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Roc´n Rope


Numa visita ao meu antigo fliperama favorito, eu reparei bem nas máquinas, pinballs e etc., quando vi que um jogo ficava meio isolado ali, quase ninguém jogava e sequer o observava. Tratava-se de ROC´N ROPE, o jogo solitário. É um jogo simples, mas não tão fácil de jogar no começo. 

Primeira fase do Roc´n Rope

Você é um explorador e tem que salvar o pássaro dourado. Essa ave se localiza sempre no canto superior direito. Para chegar até lá, o personagem joga cordas para escalar/subir a montanha e encontrar seu amiguinho emplumado. Seria mais fácil chamar as crianças do Jaspion e pedir para que elas dessem as mãos e berrassem: "PÁSSARO DOURADO, PÁSSARO DOURADO, PÁSSARO DOURADO". Só quem acompanhou o sentai irá entender essa humilde piadinha.

Há apenas dois tipos de inimigos no "joguim". O dinossauro e o homem das cavernas. Essas porras infernizam a vida do nosso heroi. Eles vêm até você pulando feito pipocas e fazem algo muito pior! Eles também te seguem quando o homem está escalando. Ao fazer isso, morte certa, cemitério boa-morte. Há duas maneiras para neutralizar esses caras. Usando o botão "B" no qual ele joga uma luz de lanterna muito forte que cega as praguinhas temporariamente ou a bola de força do PAC-MAN, no qual você pode matar de vez esses pulhas. Só há duas por fase.  

Cartucho para Atari 2600
É um jogo não muito conhecido, mas diverte por ser diferente e com boas doses de estratégia até chegar no amado passarinho.

Curiosidades:

1 - Se repararem bem, ele solta um arpão igual ao do Scorpion do Mortal Kombat. Ele é o percussor do arpão em formato de kunai com corda.

2 - Ele parece o Aladin. O capacete para um turbante. Vejam bem isso.

3 - O pássaro dourado pertence ao filme JOÃO E O PÉ DE FEIJÃO, um clássico do cinema mudo. Na vida real, ele é a pata dos ovos de ouro.

4 - A empresa que produziu o jogo chama-se KOSUKA. Dá para perceber por aí que é um jogo bem alternativo, né?

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Q*Bert

Flyer do Q*Bert
Jogo sensacional. Embora ele tivesse sido um jogo muito popular em 1982, poucos amigos comentam ele comigo. Também nunca fui um jogador assíduo, mas ele é bem viciante. Lembra muito o Frostbite, no qual o personagem deve pular em quadradinhos, colorindo-os. Ao pular em todos, passa-se de fase. 


Uma velhinha chamada Doris Self, durante 20 anos, foi a recordista do Q*Bert e a jogadora mais velha em competições profissionais. Infelizmente ela faleceu em um acidente de carro em 2006. Uma tragédia, sem dúvida. 

Doris Self: Uma excelente jogadora. RIP.
Esse jogo ficou bem fiel no Atari 2600. Na verdade, fiquei sabendo desse jogo de arcade por meio do videogame.  Uma diferença entre as duas versões é o joystick. No original de arcade, os únicos movimentos são realizados nas diagonais, ou seja, não tem como subir, descer, ir para a esquerda ou direita. Quem quiser se aventurar a jogá-lo no emulador para PC, irá ficar um pouco confuso no começo. Um amigo meu customizou o gabinete do seu arcade com um controle próprio para Q*Bert. Só as diagonais funcinonam.

Reparem no controle do gabinete original do jogo. Movimentos feitos apenas com as diagonais. Foto: http://www.tokensonly.com/tag/qbert/

Vale a pena jogá-lo. Eu o comparo ao Pac-Man: Simples, viciante, clássico, original e que rende horas de boa jogatina.


terça-feira, 18 de setembro de 2012

Pitfall

Pitfall foi um dos primeiros jogos que eu joguei no Atari. Embora para muitos jogadores oldschool esse jogo seja bem "overated", algumas pessoas ainda o têm como um game bem divertido e que não se enjoa com facilidade. Eu jogo sempre que posso e é no videogame mesmo. Adoro Pitfall e ainda tenho muita vontade de tentar finalizá-lo sem nenhum erro.


 

Diversos jogadores conseguem realizar esse feito. Parece que nasceram para isso, hahahaha. Em alguns momentos eu sempre me ferro porque esbarro nos troncos rolantes. Isso é um saco.


Jogar no sentido horário é mais desafiador. Na verdade, nunca entendi porque a maioria do pessoal gosta de ir para a esquerda. Não sei se isso é costume ou se é intuitivo.


Eu achei a versão de arcade, mais precisamente do Pitfall 2, muito mais legal. O jogo ficou muito bem feito e com novos desafios. Não convém falar dele neste post, mas irei falar sobre o game em algum post futuro.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Frostbite


Esse jogo de Atari 2600 é muito viciante. Alguns dos meus amigos conseguiam fazer pontuações muito altas nesse game. O jogo consiste em pular em plataformas de gelo e à medida que elas vão sendo pisadas, um iglu vai sendo formado. Quando o iglu estiver construído, o personagem deve entrar nele e assim, ele passa de fase.

Atingindo as fases mais avançadas, o jogo vai ficando cada vez mais rápido e os pulos do personagem mais longos, ou seja, fica mais difícil controlá-lo. Novos inimigos também aparecem (caranguejos, piranhas e um urso) e a dificuldade chega a um ponto crítico no qual apenas com muita concentração e habilidade é possível se manter vivo no jogo.


Ainda não encontrei uma pessoa que fosse fã de Atari dizer que esse jogo é ruim. É muito divertido MESMO. Recomendo a qualquer um que goste de jogos antigões tentar esse. Para quem tem interesse, aí vai um vídeo mostrando um gameplay do joguinho. 

Vídeo pertencente ao usuário AwesomeRickyC


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Space Invaders

Como eu havia prometido, vamos agora para o ano de 1978 quando foi lançado Space Invaders. Para muitos, o primeiro shooter, jogo de "navinha", etc., e para outros não, afinal, existem históricos de outros jogos do gênero antes desse. De qualquer forma, não pretendo me aprofundar nessa discussão e apenas dizer o quanto eu aprecio esse jogo, apesar da sua singularidade.


A primeira vez que eu vi esse jogo, foi no Atari 2600. A versão era divertida e sempre dava boas disputas entre os meus amigos e eu. Achei divertido e parecia que o tempo não passava. O jogador controla uma nave que pode se esconder atrás de quatro "muros" e tem que matar os invasores, ETs, objetos voadores não identificados (que possuem um valor de pontos coringa), monstros, alienígenas, criaturas, aaaaaaaah, É MUITO BICHO!!! Mas nunca, NUNCA deixe que pelo menos um desses troços chegue onde sua nave está. Mesmo que você tenha 90 vidas, todas serão perdidas se eles invadirem a terra. Tome cuidado!


Só fui conhecer a versão de arcade no MAME (emulador de jogos de arcade). Tive a sorte de jogar esse maravilhoso game na GAME ON, exposição de jogos que teve aqui em Brasília de fevereiro a abril. Joguei tanto na versão cocktail como na versão arcade colorida e ambas originais.

Eu na exposição GAME ON, no CCBB de Brasília, ao lado do gabinete customizado. Versão colorida do jogo.
Achei muito mais difícil que a versão do console, porém, mais bem feitinha. Alguns jogadores já conseguiram fazer mais de 200.000 pts e pode ser conferido aqui.

Versão do Atari 2600
Acredito que jogadores muito jovens irão achar esse jogo um tremendo saco. Eu mesmo apesar de gostar dele não consigo jogá-lo por mais de 15 minutos. Ele fica divertido lá pela quarta fase. Jogue e saberás por quê.
Compacto em vinil do jogo. Até "trilha sonora" o jogo tinha
Para finalizar, uma curiosidade. Sabiam que existe LP (disco de vinil, bolachão) desse jogo??? Hahahahaha, é de rir mesmo. Videogames antigamente "invadiam" vários mercados.