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quinta-feira, 24 de abril de 2014

Pinball Arcade para Playstation 3


Antes de falar sobre essa fabulosa coleção, vou fazer um pequeno resumo pessoal a respeito de diferenças entre pinballs antigos e os contemporâneos. 

Tales of Arabian Nights
Nos anos 1990, as máquinas de pinball passaram por diversas mudanças. Antigamente, nas máquinas da Taito da década de 1980, era comum o jogador ter como único objetivo fazer pontos. Existiam, apenas, maneiras de como aumentar o placar rapidamente. Cosmic, Sure Shot, Polar Explorer, Vortex, Gemini 2000, Hawkman, etc... Multiplicar, pontuar, ganhar bola extra e fim de assunto. Nada contra isso, na verdade, eu prefiro realmente essas máquinas a essas de hoje em dia, mas a diversão precisa continuar e os pinballs tinham de oferecer algo a mais. Missões, objetivos, tarefas... fazer com que se tivesse algo a cumprir, incluindo videomode.

Attack from Mars
O primeiro pinball que eu joguei nesse "molde" foi Hook (pinball do filme do Peter Pan, com Robin Willians). Sinceramente, achei aquilo muito fantástico e gostei muito. Joguei pouquíssimas vezes por conta do altíssimo preço da ficha naquela época. Algo em torno de 4,00 reais. Experimentei e foi muito bom. Não pensava que fosse possível fazer pinballs tão bem elaborados e chamativos. Com o decorrer do tempo, mais pinballs foram construídos, seguindo esse exemplo (não sei qual foi a primeira máquina nesse estilo. Eu apenas me baseio na Hook), muitas outras surgiram e hoje em dia são muito populares. Até hoje é fácil achar muitos pinballs nos shoppings de qualquer cidade.


Bem, terminada essa explicação, vou falar agora a respeito do assunto principal da postagem de hoje. PINBALL ARCADE. Essa é uma coleção de máquinas de pinball feitas para se jogar no console. Elas possuem o visual exato das versões originais. São mais de trinta mesas para os fãs desses pinballs ficarem felizes e satisfeitos e terem bastante diversão. Antes que digam que nada se compara com o original e que pinball virtual não é bom, eu digo que uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. As mesas são virtuais, mas o gameplay muda, ou seja, é outra experiência. Não sou radical e se o jogo me permite ter diversão, que é o mais importante, eu corro atrás de ser feliz e aproveitar o game ao máximo. Por isso que eu não tenho nada contra esse tipo de pinball e programas como Visual Pinball ou Future Pinball.


Por falar em Visual Pinball e Future Pinball, essas mesas do Pinball Arcade são ainda mais bem feitas que a desses programas. Estão em HD e é possível jogar com várias câmeras, assim, é possível observar todos os detalhes. Não tem apenas as mesas mais atuais. Existem clássicos como Firepower (Fire Action), Black Knight (Cavaleiro Negro) e Gorgar (Drakor).


As mesas estão disponíveis em pacotes que funcionam da seguinte forma: ou o jogador compra duas mesas, ou ele compra o pacote fechado com todas as mesas da temporada. Atualmente há duas temporadas completas e a terceira já está em andamento. Para quem gosta de desafios, é um prato cheio. Existem missões extras para ganhar trofeus na PSN, ranking offline para recordes pessoais e ranking online, para comparar suas pontuações com a de jogadores do mundo todo que possuem o jogo. Enfim, é diversão e desafios que não acabam mais. 

Pacotes de mesas disponíveis para vendas na PSN. Essa foto é da escolha das mesas,  incluindo as que não estão disponíveis no console
Se você é um fã desses pinballs modernos ou antigos e não tem se queixa de jogar virtualmente, não deixe de ter essa coleção. A diversão é garantida e há muita qualidade também. É essencial para jogadores de pinball. 

terça-feira, 30 de julho de 2013

Puzzle Bobble 3D - Nintendo 3DS

 Perdoem-me pela demora. Voltei com uma resenha bacana a respeito de um clássico dos anos 1990: Bust-a-Move Universe também conhecido cmo Puzzle Bobble 3D para Nintendo 3DS. 

Esse jogo era um sonho de consumo que eu tinha há um bom tempo. O vídeo de divulgação dele foi muito bem feito e me deu vontade de comprá-lo. Eu gostei na hora que eu bati a vista e esperava manter a minha melhor impressão ao jogá-lo, então vamos ao que interessa.

O jogo é muito fiel às suas versões anteriores, porém, sempre inovando. Na verdade, acho que eu esse jogo sempre se renova graças aos programadores que são criativos e inventam novos modos, desafios e dificuldades. O que eu curti bastante foi o modo MARATHON. É possível jogar por longas horas e fazer recordes altíssimos. Tem o modo 100 sec., 300 sec., e Infinite. 

No modo Puzzle, há dez mundos com dez fases cada um. Para cada mundo, há uma tabela de score e isso foi o que me deixou um pouco desanimado. Seria legal um rank geral com a pontuação total, sendo assim, cada rank é definido por mundo e não como um todo. Durante o gameplay desse modo, é preciso salvar os amiguinhos do dragãozinho verde. Quando se salva o amigo, ao enfrentar um chefe (logo falarei sobre isso), o jogador ganha um prêmio: rapid fire para vencer o chefão o mais rápido possível. 

Ao finalizar as dez fases, há um chefe. Ele não faz nada além de ficar indo de um lado para o outro. Para ganhar a pontuação do dito cujo, é preciso acertar as bolhas bombas nele. De acordo com a dificuldade, o chefe se movimenta de maneira mais difícil e isso pode complicar a vida do jogador. Com algum treino e sem maiores dificuldades, ao compreender como o chefe desvia, fica mais fácil vencê-lo. 

Existem algumas novidades tais como:

- Bônus especial se o jogador derrubar um determinado número de bolhas. Dependendo do número de bolhas, é possível ter 10 segundos para atirar muitas bolhas e fazer uma pontuação altíssima.

- Raio laser: Com esse raio é possível eliminar muitas bolhas de uma só vez.

- Bolhas coringa: Elas se combinam com qualquer outra cor de bolha.

- Bolha especial: É uma bolha que pode ser colocada em "qualquer" lugar. Ela não é disparada, ou seja, pode ser alojada onde quiser. 

Em resumo, esse jogo é muito divertido e traz horas de boa jogatina para o jogador. A música é um pouco repetitiva, mas os gráficos são lindos, o efeito 3D é muito bom, o desafio é interessante e traz um ótimo sentimento de nostalgia para todos os fãs desse game.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Pac-Man

Como um jogo tão simples, com sons tão repetitivos pode ser tão fantástico? É engraçado como eu vejo Pac-Man tanto no Atari como no arcade e fico fascinado por ele. Na minha  opinião, é a prova viva de que jogos antigos podem passar por várias gerações e trazer a todos esses jogadores muita diversão e desafio.

O meu primeiro contato com o Pac-Man foi jogando o pinball dele. Ainda lembro que eu estava na 1a. série do ensino fundamental, quando ouvi meus colegas falando a respeito do jogo na versão de Atari 2600. Eu fiquei tão confuso que eu não entendi nada. Pensei que fosse um personagem de pinball, não de videogame.
Na verdade, nunca joguei a versão de arcade. Só fui conhecê-la no MAME e apesar de não ser igual a Ms. Pac-Man no qual o labirinto muda de forma, achei o jogo bem divertido. Até hoje eu o jogo sempre que tenho tempo. A versão console é um marco no começo do meu contato com jogos eletrônicos. Todos os meus amigos tinham esse cartucho e ele era muito jogado. Acho incrível como o pessoal não o enjoava, pelo menos, aquela galera que jogava comigo.

Foto tirada por mim quando eu joguei Puckman em seu gabinete original. CCBB, 2011
Fiquei tão feliz de ter jogado no arcade original PUCKMAN na exposição de jogos que teve aqui em 2011 no CCBB... Aquilo foi realizar um sonho de criança, sério mesmo. Fico feliz que Pac-Man até hoje tenha muita influência no meu modo de jogar e também de adquirir estratégias para me sair bem, principalmente quando as bolas de força não fazem mais efeito.
Jogo Pac-Man de arcade no meu celular, no MAME e no PS3. Sem sombra de dúvidas, um passatempo favorito e repleto de diversão e entretenimento. Jogue você também!!

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Puzzle Bobble 3

Como esse jogo me deixou viciado por alguns anos! Durante muito tempo, eu sempre o jogava e não sei explicar o porquê disso. Simplesmente é um jogo que conseguiu atrair a mim e a muitos outros jogadores com sua maneira interessante e divertida de agradar.

Acredito que não preciso me aprofundar muito na proposta deste game, não é mesmo? De qualquer forma, irei explicar rapidamente. O jogadore controla uma seta que solta bolhas e estas precisam se combinar com outras da mesma cor. Quando três bolhas são combinadas, elas somem da tela e é possível combinar um número maior. 

Essa versão tem três modos: Puzzle, Vs Computer e Player vs. Player. Os modos que eu mais jogava eram o primeiro e o segundo. Quando se jogava no modo puzzle e alguém entrava contra, já estava feito o terceiro modo, então não havia a necessidade de jogar nele. Acho que essa foi a única furada do jogo. 

No modo puzzle é necessário passar as 30 fases para terminar o jogo. O jogador escolher a rota depois de vencidas as 5 primeiras fases. Cada rota possui 5 fases e elas são representadas por letras que vão de "A" a "Z". Na minha opinião, Puzzle Bobble 3 tem muitas fases diferentes. O jogo ficou extremamente variado, mesmo sabendo que a versão anterior a ele também funciona no mesmo esquema.

O modo Vs. Computer funciona como uma espécie de "Street Fighter". Escolhe-se um personagem e ele enfrenta todos os outros. Tem sub-chefe e chefão final, com zeramentos individuais para cada um. É muito legal jogar nesse modo, embora os personagens apelem de vez em quando.

Modo versus computer. É possível desafiar e jogar player vs player nesse modo também
Joguei Puzzled Bobble 3 no arcade mesmo. Só achei uma pena que ele não salvava os recordes ao desligar a máquina. Joguei no emulador por muito tempo também e hoje em dia eu quase não o jogo mais. Vou ver se reanimo e volto a brincar um pouco nele daqui a algum tempo porque VALE A PENA. :)

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Pole Position II

Taí um jogo que foi como um caça-níquel nos tempos áureos do fliperama brasileiro. Pole Position II, versão melhorada do Pole Position.

Isso ocorreu por dois motivos: O jogo era bom demais e também era um bom desafio, diria até que é difícil também. Quem é do meu tempo sabe muito bem que Pole Position II foi uma febre. Se o povo hoje joga muito Daytona USA (porque ele ainda é atual para muitos) ou ainda joga Top Gear (Top Racer), então pode ter ideia do quanto o Pole foi curtido. O grande barato mesmo era jogá-lo no cockpit original. Para muitos, era como dirigir um carro de F1 de verdade.

Nessa versão, ao invés de uma única pista, o jogador poderia escolher mais três circuitos. Test, Suzuka e Seaside. Uma prova melhor que a outra e sem perder a originalidade da primeira versão. Eu costumava jogar mais a Test, mas poxa, Seaside é muito legal também. Suzuka era nível profissional e eu até hoje não domino essa pista. Mas no caso desse jogo o importante é se divertir.


A primeira coisa que acontece quando se começa uma partida é a classificação. É preciso estar com um tempo favorável para que se possa realmente disputar a corrida. Caso contrário GAME OVER. Se o jogador conseguir se classificar, a corrida começa e tem umas cinco voltas, depende da configuração do jogo. Podem ser mais ou menos.

Quando se bate, caramba, explosão mesmo. Perde-se muito tempo e até se recuperar pode ser que o crédito já tenha ido por água abaixo. Sugiro que se alguém jogar Pole Position II treine bastante. É um barato competir com amigos para ver quem faz o melhor tempo. Clássico!!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Pitfall

Pitfall foi um dos primeiros jogos que eu joguei no Atari. Embora para muitos jogadores oldschool esse jogo seja bem "overated", algumas pessoas ainda o têm como um game bem divertido e que não se enjoa com facilidade. Eu jogo sempre que posso e é no videogame mesmo. Adoro Pitfall e ainda tenho muita vontade de tentar finalizá-lo sem nenhum erro.


 

Diversos jogadores conseguem realizar esse feito. Parece que nasceram para isso, hahahaha. Em alguns momentos eu sempre me ferro porque esbarro nos troncos rolantes. Isso é um saco.


Jogar no sentido horário é mais desafiador. Na verdade, nunca entendi porque a maioria do pessoal gosta de ir para a esquerda. Não sei se isso é costume ou se é intuitivo.


Eu achei a versão de arcade, mais precisamente do Pitfall 2, muito mais legal. O jogo ficou muito bem feito e com novos desafios. Não convém falar dele neste post, mas irei falar sobre o game em algum post futuro.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

P.O.W. Prisioners of War


Jogo massa dos idos de 1988. Adorei e até hoje o jogo quando posso. Engraçado que esses jogos beat´em up eram bem populares. Gang Wars, Double Dragon, Renegade e outros tantos eram muito queridos pelos jogadores.

Meta a bolacha na cara do soldado inimigo
O personagem é um prisioneiro de guerra e o seu objetivo é escapar do campo inimigo. Ele adentra um helicóptero e volta para sua terra natal no final. O último chefe é um general barra pesada que atira balas de trinta e oito. São tiros letais que podem levar o heroi a óbito. Cuidado se você chegar até lá. Tá?

Floresta negra
Dá para jogar com dois jogadores simultâneos, como se pode ver na foto acima. Um fato interessante é que não se "passa de fase" nesse jogo... o indício é a música quando muda. Os inimigos têm a mesma aparência, ou seja, são soldados do exército inimigo. No entanto, pela cor do uniforme é possível ver que eles atacam de maneira diferente.

EITA FERRO!! O TAMBOR EXPLODIU!!
Ó! O jogo é difícil, mas ele é muito bacana. É um dos poucos que eu gosto de jogar com algum amigo. Prefiro sempre jogar sozinho mesmo, mas esse game é uma exceção. Recomendo que o baixem e o joguem. Grande abraço para todos que me visitam e uma excelente semana para todos vocês. :)


segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Pinball Action

Marquise da Pinball Action
Foi o primeiro pinball em vídeo que eu joguei. Dessa vez, para variar, não o conheci em fliper de shopping, mas sim, na cidade onde moro. Achei muito diferente de tudo que eu já havia visto e naquele ano de 1988 existiam fliperamas em praticamente todos os bares. É como se fizesse parte do estabelecimento ter pinballs e arcades. Foi a época mais rica para jogar e o valor das fichas era baixo. Vício e febre ao mesmo tempo.

Foto da mesa principal
Esse jogo tinha quatro mesas. A principal, a verde, a vermelha e a azul. Para habilitá-las, bastava derrubar as bandeiras da cor correspondente e mandar a bola lá. Havia o botão de tilt e a máquina não paralisava os flipers. Por falar neles, os botões que os acionavam encontravam-se nas partes laterais do gabinete

Foto da fase verde
Fiquei viciado nesse jogo por um tempo. Sempre gostei das músicas, do visual das fases e das disputas com os amigos. Traz boas recordações.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Polar Explorer

Em 1988, alguns fliperamas tinham como regra possuir máquinas de vídeo (arcade) e pinballs. Era como carne e unha, pastel e caldo de cana, arroz e feijão. Por causa disso que eu também gosto MUITO de pinballs.

Polar Explorer chamou a minha atenção de criança por ter sido a primeira máquina que eu vi com dois andares. Se for possível enxergar, repare na foto abaixo que há dois flipers e umas 5 bandeirinhas ali no piso superior. Ao passar a bola pelo corredor, ela faz um loop quase completo e desemboca lá em cima. Derrubando as 5 bandeiras, vc ganha 25.000 pts e aumenta o valor dos pontos de um alvo inferior. Fazendo isso 6 vezes, o Especial (crédito extra) é aceso.

Imagem do playfiedl da Polar Explorar pelo emulador Visual Pinball
Eu não achei uma foto decente da imagem original do pinball. Tive que apelar para uma imagem virtual do jogo para que fosse possível para o leitor deste humilde blog saber como era essa linda máquina. Taito do Brasil, 1983.