sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Onda retrô

Acho muito válido falar a respeito de jogos bem antigos. Há um encontro entre uma geração passada e uma geração atual que não conhece muito sobre games velhos e fora de moda. No entanto, fico ainda mais feliz quando vejo que muitas pessoas gostam de fazer um resgate de como era a época dos fliperamas e locadoras de videogames. 

Há algum tempo atrás, meu amigo Enrryck fez um evento com muitos jogadores de videogames e fliperamas daqui de Brasília (cidade onde resido). Foi um grande sucesso e muita gente ficou satisfeita. Haviam máquinas arcades originais, multijogos e diversos videogames. Quero muito ir no próximo evento para relembrar a rivalidade amistosa, conhecer gente nova, fazer novos amigos e compartilhar conhecimento sobre games. Faz tempo que eu não faço isso e seria ótimo reviver aqueles velhos dias mesmo com pouco tempo livre.

Fora os eventos, algumas empresas relançam títulos de sucesso do passado. Alguns exemplos são as coleções de jogos da Capcom, da Sega, da Konami e outras empresas famosas que têm jogos clássicos no acervo de videogames modernos. É uma ótima oportunidade para relembrar e mostrar para os novos jogadores como eram os games do passado. 

É como eu sempre disse: não devemos dizer não aos jogos novos e nem vivermos apenas de passado. É possível juntar o antigo com o novo. Atualmente, eu tenho jogado Gran Turismo 5, um jogo ainda moderno para Playstation 3 e continuo com minha atenção voltada para os jogos antigos. É uma simples questão de equilíbrio e mente aberta. Faz bem valorizar o presente, mas sabendo que há uma excelente referência no passado.

Que o momento retrô esteja sempre atualizado para dar oportunidade aos jogos antigos, que em boa parte, permanece desconhecida para muitos jogadores. 

Ikaruga & Steam!!!

Depois de longos anos de espera (algo em torno de 13 anos), finalmente saiu a versão oficial de Ikaruga para pc. Eu sou um dos jogadores que aguardava ansiosamente por essa maravilha e estou muito feliz em ver que se interessaram disponibilizar esse jogo na Steam.

O jogo não mudou quase nada, com algumas poucas exceções de localização de menus, localização do placar, etc. É o port do Xbox 360 e tem missões para serem cumpridas. Achei isso muito bom pois motiva o jogador a explorar o game ao máximo.

À esquerda, objetivos realizados. Realize um objetivo (missão) e ganhe um trofeu
Ele está custando R$ 16,99 na Steam. Adquira logo o seu. Diversão mais do que garantida para quem esperou por todo esse tempo para jogá-lo com muita qualidade no computador. Resolução máxima suportada, aceita tate (girar o monitor/tv) e sem lags, pelo menos, nos pcs bons :)

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

20 anos de Daytona USA


Alguns jogos nasceram para serem clássicos inesquecíveis, mas infelizmente, não se tornaram tão populares a ponto de serem conhecidos pela atual geração. Os jogadores de antigamente falavam de jogos como Galaga, Pac-Man, Donkey Kong, Commando, Green Beret, entre outros, mas o fato é que alguns desses games não estão mais disponíveis originalmente em arcade para o povo de hoje. Estou falando com exceções dos emuladores e máquinas multijogos, ou seja, me refiro ao produto original.


Tem um jogo específico que eu percebi, em diversas lojas de jogos eletrônicos em shoppings, que vem resistindo bravamente à sua extinção. Esse jogo completa 20 anos neste jogo e até hoje é jogado e procurado por muitos. Seu nome é DAYTONA USA.


Desde 1994, Daytona USA tem tido seu lugar na preferência de jogadores que gostam de games de corrida e não é para menos. O jogo é muito viciante e perfeito para se jogar com amigos. O grande barato é que, em alguns center games de shoppings, é possível achar a versão com oito jogadores. Sinceramente, nunca vi nada igual. O ponto chave desse jogo é a diversão e parece até que foi jogada de mestre da Sega ter apenas três pistas. Não sei se o efeito seria o mesmo se houvessem cinco ou seis circuitos a mais. O jogo é simples, objetivo, fácil de jogar, possui ótimos gráficos e ótima trilha sonora (sons e música).


Existem versões desse jogo para o Sega Saturn, Dreamcast e PC. A jogabilidade para os consoles ficou muito boa e sem comprometimentos pela falta do volante. Aquilo virou uma febre tão grande, que muitos jogadores de minha cidade jogavam por horas a fio em fliperamas que tinham valor de ficha em conta, ou bem abaixo da média. Até mesmo em fliperamas burgueses de shoppings, Daytona "detonou".


Acho engraçado que parece que o tempo não passou para esse clássico. Hoje, em 2014, todo lugar tem essa máquina e de formas variadas. Alguns gabinetes são para dois jogadores, outros para quatro e também para oito. Qualquer pessoa que nunca tenha jogado-o, não terá dificuldade em ter um desempenho razoável pela primeira vez. Com certeza eu recomendo esse jogo para os aficcionados por games de corrida. Uma vez que se joga Daytona, dificilmente não jogará uma segunda partida. Vinte anos de vida e ainda na moda! 

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Renegade

Com certeza é um dos jogos mais difíceis e viciantes que eu já joguei na vida. Renegade fez a minha cabeça de criança por alguns anos e só parei de jogá-lo na época porque a máquina havia ido embora do fliperama. Eu o conheci por volta de 1988, no arcade do N. Bandeirante (cidade vizinha onde moro) e poucas pessoas conseguiam zerá-lo de modo garantido. 

O jogo tem a mesma jogabilidade do Double Dragon II. Quando o personagem fica de frente para o oponente, ele faz um tipo de golpe, de costas, outro completamente diferente. O botão 2 é pulo. Basicamente, você é um bad guy que tem como objetivo derrotar quatro gangues rivais sozinho. A primeira gangue é dos maloqueiros, a segunda, dos motoboys endiabrados, a terceira, da mulherada enfezada e a última é dos seguranças armados com punhais pontudos e pontiagudos. Respectivamente, o primeiro chefe é um louco de rua, o segundo, o líder punk motoqueiro, a terceira é a Maria Machadão e o quarto um perigoso empresário que atira com sua pistola de balas. 

A medida que o jogador avança, a dificuldade aumenta E MUITO! Ganha-se uma vida extra com 30.000 pontos e nada mais. Nas fases 1 e 2, se o personagem cair no buraco ou no lago, adeus. Game over sem garantia de vida (ao menos que tenha feito mais de 30.000 pts). Na gangue 3 (a das mulheres), uma porrada e o cara cai no chão. Na quarta fase, é ainda pior. Se for atingido, mesmo com o life cheio, o personagem morre, pois um tiro ou uma facada é um golpe mortal. 


Na versão Kunio Kun, o jogo é o mesmo e as ações de todos os personagens também, no entanto, a história é bem diferente. O seu personagem principal defende o amiguinho que é espancados pelas gangues. A roupa de todo mundo muda, exceto a do último chefe e os capangas dele ao invés de serem negros, são homens brancos. 

À esquerda, Kunio Kun e à direita, Renegade. Versões japonesa e americana respectivamente
Esse jogo é um bom desafio para quem gosta de ser persistente e se amarra em games de luta. É um primórdio de brigas de rua e eu o acho bem original e diferente dos jogos da época por conta da jogabilidade.

FELIZ 2014 E MUITOS GAMES PARA TODOS NÓS!! Até a próxima e obrigado pelas visitas.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Há 20 e 30 anos atrás

Essa é uma lista de alguns jogos que completam 20 e 30 anos. Aí vão alguns nomes de jogos dos de 1983 e 1993 de arcade:

1983:

Commando (Sega)
Congo Bongo
Elevator Action
Exerion
I, Robot
Jr. Pac-Man
Jungle Hunt
Mario Bros
Motorace USA
Mr. Do vs. Unicorns
Mr. Do´s Castle
Pac & Pal
Pole Position II
Roc´n Rope
Tapper
The Tin Star

1993:

Cadillacs and Dinosaurs
Daytona USA
Chimera Beast
Dragon Ball Z
Dungeons and Dragons: Tower of Doom
Ecco Fighters
Mad Shark
Metamorphic Force
Mortal Kombat II
Raiden II
Samurai Aces
Samurai Shodown
Sonic The Hedgehog (Mega Play)
Streets of Rage II (Mega Play)
Super Street Fighter II - The New Challengers
The Punisher
Violent Storm

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Gradius III - Super Nintendo

Cartucho Gradius III para Super Nes
Peço a quem ainda me acompanha neste maravilhoso espaço virtual os meus sinceros pedidos de desculpas por estar tão ausente. Videogames são tudo de bom, mas todos temos uma vida fora disso. A minha segue e felizmente não é possível passar muito tempo sem cuidar dela. De qualquer maneira, pretendo ficar o mais próximo possível dos leitores e admiradores deste blog.

É bom lembrar que a proposta é dar o meu ponto de vista pessoal como jogador a respeito de jogos antigões e clássicos, tanto para consoles, como para arcades também, fora que adoro pinballs e sempre que for possível quero falar sobre eles também.

O meu post de hoje será sobre um jogo que joguei por muitos anos no Super Nintendo. GRADIUS III. Sim, senhores, eu até hoje lembro e sempre que posso dou uma jogada. A primeira vez que eu vi esse belezoca foi na locadora de videogames F.O. Games, localizada em Brasília-DF, extinta como todas as outras dos saudosos anos 1990. O que me chamou a atenção desse jogo foi a foto abaixo:

Quando eu vi essa coisa pela primeira vez, eu tomei um susto que quase caí no chão. Como podia uma planta ser tão grande e monstruosa?? Comecei a ver o povo jogar e me interessei logo em seguida, assim como pude ter o prazer de ouvir a maravilhosa trilha sonora, ponto forte desse jogo. O som também é ótimo (disparos, tiros, explosões, etc) e que conta com ótimos gráficos também.


Cada fase leva a um visual diferente. Eu acho isso único no Gradius III e também nas versões antecessoras e sucessoras. Essa fase acima das cabeças de Ilha da Páscoa são de arrepiar. Gostei da fase das bolhas, das plantas, do intestino regenerativo e da fase futurística. Coisa de louco, rapaz!!



O jogo possui uma dificuldade que não o torna impossível de ser zerado, contudo, dá muito trabalho deixar a nave bem equipada depois de morrer. É preciso saber utilizar com eficiência as opções de power-ups. Após terminar o jogo, o mesmo faz looping, ou seja, o jogo continua com maior dificuldade. Nada que desanime, basta treinar e fazer o seu melhor.

Esse é o último chefe do jogo
Acredito que esse jogo ainda faça muito sucesso e muitos jogadores, assim como eu, ainda o joguem. Estou atrás do cartucho para jogar no meu Super Nes e espero que eu consiga adquiri-lo em breve. A versão arcade de Gradius III é muito, mas muito mais difícil. Eu me assusto com a fase dos cubos de vidro por conta da complexidade daquele nível. Não é para mim, MESMO. Talvez um  dia eu anime jogá-lo para valer, já que o melhor que eu faço é chegar na segunda fase com o primeiro crédito, hahahaha. Recomendo muito esse jogo para quem gosta de jogos de nave. Ouça a música no volume alto e seja feliz. Nota 10!!!

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Análise do joystick feito pelo amigo Enrryck

Pessoal, com muito trabalho e sorte, consegui vencer o campeonato conhecido como MAR-K1. Nesse campeonato, haviam premiações e eu ganhei o joystick por conta da primeira colocação. Fiquei tão empolgado com esse controle, que eu quis fazer um vídeo analisando o desempenho dele. Aí vai:

INNU VIDEO DE ANÁLISE DO JOYSTICK E AGRADECIMENTOS MAR K1